sábado, 31 de agosto de 2019

I Corrida Gilberto Mestrinho: educação e esporte de mãos dadas

Alunos da Escola Estadual Gilberto Mestrinho - Foto: Profa. Suzy

Ocorreu neste sábado (31), logo pela manhã, a I Corrida e Caminhada Gilberto Mestrinho, realizada pela Escola Estadual Gilberto Mestrinho - Distrito Leste 5 - no bairro Colônia Antônio Aleixo, Zona Leste de Manaus.  O evento contou com a participação de dezenas de alunos e a comunidade estudantil.  

A corrida, que teve um percusso de 5 Km, tinha como objetivo integrar e incentivar alunos para a prática do esporte.

O evento foi idealizado pela  Professora Daiane Batista,  com a ajuda dos alunos/integrantes do Grupo Estudantil da escola.

Para a professora Daiane, o "evento foi muito positivo, pois contou com a participação de tantos alunos. Sendo que nossa comunidade precisa de mais ações que envolvam esporte e juventude. Hoje foi 100%, para a primeira vez! Ano que vem tem mais!"  

O aluno Andrew Paulo, 2° Ano do Ensino Médio, turno vespertino, foi o primeiro colocado na categoria masculina. Realizou o percurso em 17 minutos travados. Andrew, ficou muito emocionado com a vitória. "Pensei que não ia vencer. Havia um cara na minha frente, mas pensei em Deus e segui em frente. Passei do garoto e venci!". Relatou o campeão.

Na categoria feminina, venceu Larissa Lima,  aluna do 1° Ano do Ensino Médio,  turno matutino. Os vencedores Andrew e Larissa, além de ganharem medalhas, receberam uma premiação de R$ 100,00, cada um.

Grande parte do sucesso do evento se deve ao apoio do Gestor Leonardo Pinheiro, que não mede esforços para ajudar nas atividades extraclasses que são desenvolvidas na escola. 

O Gestor Leonado, fez a seguinte declaração: "Foi uma grande festa, a I Corrida Estudantil da Escola Estadual Gilberto Mestrinho, evento realizado em comemoração ao dia do Estudante. Esporte e educação sempre andaram juntos, e é com muito carinho que foi pensada esta atividade a vocês, foi muito show! Ano que vem tem mais. Obrigado professores e alunos por se envolverem em nossa atividade esportiva, esporte é vida, esporte é saúde".

Mesmo com recursos escassos, a Escola Estadual Gilberto Mestrinho, provou que com criatividade, vontade e muito trabalho, pode-se realizar grandes eventos. Imagine se as escolas estaduais civis pudessem desfrutar os fartos recursos das APMC's das escola militares? O céu seria o limite!

Que outras escolas sigam o exemplo da Escola Estadual Gilberto Mestrinho.

Parabéns a todos! 

Vencedores da I Corrida e Caminhada Gilberto Mestrinho

Masculino:

1° Andrew Paulo
2° Mateus Martins
3° Ronilson

Feminino:

1° Larissa Lima
2° Josefa Vasconcelos
3° Daiane Vitória

Algumas imagens...
Andrew Paulo

Larissa Lima

Largada

Premiação feita pela Profa. Daiane Batista

Diretor Leonardo, professores, funcionários e Grêmio Estudantil

 Prof. Adonay

Momento da premiação

Professores...





segunda-feira, 26 de agosto de 2019

O amor não tem idade

Macron e Briggite Macron - Foto: Divulgação

A língua afiada do Presidente Jair Bolsonaro não tem limite. Parece que o presidente tem sempre a intenção de criar polêmicas e machucar, sem pensar nas consequências.

A última vítima foi a esposa do presidente da França, a Primeira-Dama Briggite Macron. Após um poste de um meme, feito por um dos seus seguidores, onde há uma descarada comparação entre Michelle Bolsonaro e Briggite Macron.

A primeira-dama francesa, é mais velha que seu marido 24 anos. Um amor que ocorreu na sala de aula. Já que Briggite foi professora do Presidente Macron.

Em um país machista como o Brasil, a relação de uma mulher mais velha com um homem mais jovem, é quase uma aberração! Nosso presidente provou tal situação, por sua incapacidade de perceber que o amor não tem idade.

É lamentável que um chefe de Estado se preste a uma situação tão constrangedora. Enquanto temos problemas sérios a serem tratados no Brasil, como a reforma da previdência, os cortes orçamentários nas universidades públicas e o desastre das queimadas que sofre a Amazônia.

Mais uma vez Bolsonaro perdeu a oportunidade de ficar calado. E mais uma vez, sofreu humilhação diante do mundo, assim como todos os brasileiros.

O Presidente Macron fez a seguinte declaração: "O que eu posso dizer a vocês? É triste, é triste, mas é em primeiro lugar triste para ele e para os brasileiros", afirmou, acrescentando que espera que os brasileiros "tenham um presidente que se comporte a altura".

É triste. Muito triste!

Até quando?
  

sexta-feira, 23 de agosto de 2019

"Nossa casa queima" - Para o presidente Macron, a Amazônia é a casa da mãe Joana

Notre-Dame / Foto: Reprodução

Na última quinta-feira (22), o presidente da França Emmanuel Macron, declarou nas redes sociais a seguinte frase: "Nossa casa está queimando". Se referindo ao momento de terror que vive a Amazônia.

Declaração infeliz do presidente francês.

Quando a Catedral de Notre-Dame ardia em chamas em abril de 2019, vimos mais de 800 anos de história virar cinza. O mundo lamentou profundamente, mas nenhum chefe de Estado chegou a declarar que "sua história e cultura estavam queimando". 

A catedral de Notre-Dame é patrimônio da humanidade, mas antes de tudo, é um patrimônio do povo francês. Assim como a  Amazônia. 

Estamos assistindo a destruição da nossa principal riqueza natural. Países do mundo inteiro desejam colocar suas mãos neste patrimônio que pertencem aos brasileiros.

É preciso repudiar ferozmente a declaração do presidente francês. França não tem nada que interesse aos brasileiros, a não ser os livros do historiador Marc Bloch, as músicas de Edith Piaf e a Catedral de Notre-Dame - em reconstrução. Nada mais!

O Ministro Ricardo Salles é um incompetente e não tem mais a mínima condição de continuar no Ministério do Meio Ambiente. A política insana do presidente Jair Bolsonaro, até o momento não trouxe nenhum beneficio ao Brasil.

A Amazônia arde em chamas e o governo Bolsonaro arde em ignorância. Enquanto isso, espertalhões acham que podem cuidar da nossa casa melhor do que nós brasileiros!

Se não aprendermos a cuidar da Amazônia, existem outros, que estão loucos para cuidar! 

A soberania do Brasil deve ser respeitada, e mesmo neste momento triste, o mundo precisa saber e escutar em alto e bom som: a Amazônia é nossa! 

Nossa! Presidente Macron.







segunda-feira, 19 de agosto de 2019

E o pulso, ainda pulsa?

"Aqui ninguém segura". Foto: Reprodução

Para quem é professor, sabe o quanto é difícil criar e conquistar sua reputação. Manter então, é muito mais difícil! Porém, para perder tal reputação, basta apenas um simples vacilo, num estalar de dedos, e sua reputação vai para o esgoto. Recuperá-la, é uma missão quase impossível. Sem reputação, o professor perde seu prestígio diante da comunidade estudantil.

O Secretária de Educação Luiz Castro, tem agora essa missão: recuperar o prestígio que perdeu no governo de Wilson Lima.

Não tenho dúvidas que é um homem íntegro. Apesar de não conhecer pessoalmente. Acredito, porque sempre acompanhei suas lutas, enquanto ele era deputado estadual do Amazonas. Luiz Castro realizou bons combates.

Talvez não deveria ter aceitado o cargo que hoje exerce, capacidade tem, mas parece lhe faltar liberdade para fazer as coisas do seu jeito.

Hoje, o secretário parece acuado. 

Existem boatos que Luiz Castro será substituído. Talvez perca o cargo para Deputada Estadual Professora Terezinha Ruiz.

Especulações nos bastidores da política cabocla, não faltam!

"Neste pulso ninguém segura", esse era o jargão do secretário. Parece que conseguiram segurar. 

Quando irão soltar? 

Quando soltar, será se o pulso, ainda pulsa?




  





  

quinta-feira, 15 de agosto de 2019

Não acabe com o cocô, presidente!

Presidente Jair Bolsonaro

Hoje eu não queria escrever nenhum texto. Queria escrever uma poesia. Uma poesia silenciosa e livre em homenagem ao cocô.

Palavra dissílaba que insisti em sair da boca do nosso Chefe de Estado. Palavra tão pura e simples: cocô.

Foi na cidade de Parnaíba - PI, única cidade piauiense banhada pelo Oceano Atlântico. Cidade litoral - já estive naquele lindo pedaço de chão, e lá também fiz cocô - o Presidente da República Federativa do Brasil, ao se referir a esquerda brasileira, declarou em alto e bom som: "Vamos acabar com o cocô".

Não faça isso meu Presidente, não acabe com o cocô!

Segundo Sigmund Freud, o ato de cagar é prazeroso e psicológico. Vamos fazer cocô? Cocô a torto e a direita!

Um dia ainda seremos cocô.

Quando os nossos corpos apodrecidos, serão devorados por vermes... Eis, que vem a inspiração dos versos imortais de Augusto dos Anjos, anarquicamente, agindo no meu subconsciente. Tais vermes farão de nossa carne o seu próprio cocô. 

Acho que verme caga! Não caga?

O povo brasileiro tem um único prazer hoje, e, é, fazer cocô.

Não acabe presidente com o único prazer desse povo sofrido. Deixe o povo fazer cocô!

Mesmo que seja um dia sim, e outro não! 




quarta-feira, 14 de agosto de 2019

É preciso reagir!

Até onde vai a pacificidade do povo brasileiro?


O brasileiro tem uma reputação de ser festivo e recepcionista. O carnaval e o futebol são representatividades fortes no imaginário dos gringos, aqueles que não nós conhecem de fato.

Somos um povo pacifico. Talvez, até pacifico demais.

O que vem ocorrendo na atual conjuntura que retira direitos adquiridos da classe trabalhadora, conquistada ao longo do tempo, é um desastre para a geração futura. Estamos sendo coniventes com a criação de uma nova forma de escravidão.

Sem aposentadoria!

Sem direitos!

Sem folga!

Quem sabe em um futuro próximo, sem décimo terceiro e férias?

Tudo para engordar os bolsos gulosos da nossa ambiciosa elite. Assistimos inertes sem nenhuma reação! Bestializados, como diria o historiador José Murilo de Carvalho.

Atualmente, trabalhador brasileiro não se encaixa na terceira Lei de Newton: "para toda ação, sempre há uma reação de mesma intensidade e direção, porém, sentidos opostos". Claro que não se trata de Física, mas de luta de classe!

É preciso levar ao conhecimento dos trabalhadores brasileiros os males que o governo Bolsonaro está nos causando.

A nível nacional, não temos uma liderança que realmente cative a classe trabalhadora. A era do sindicalismo parece que aos poucos vem se esfarelando.

A esquerda do nosso país não consegue chegar  ao trabalhador mais humilde, mesmo neste momento onde as redes sociais proporcionam uma comunicação mais rápida e eficaz. A esquerda brasileira é intelectual demais! Pacífica demais!

Enquanto os direitos trabalhistas vão descendo ladeira abaixo.

É necessário partir para o enfrentamento, contra a minoria brasileira. Essa minoria não são os negros, não são os pardos, não são os brancos pobres, não são os LGBT's, e tão pouco os movimentos sociais. Ao contrário, unidos somos a maioria. A minoria é a elite brasileira que a cada dia se apodera dos nossos direitos e sonhos.

No Brasil de Jair Bolsonaro, pobres serão mais pobres, ricos serão mais ricos e a classe média será extinta!

É preciso reagir!






terça-feira, 13 de agosto de 2019

Uma imagem para História

Foto: Leo Otero

A imagem acima, rodou as redes sociais logo pela manhã, nesta terça-feira (13), onde ocorreu vários atos de manifestações no Brasil contra os cortes orçamentários da educação pública. As manifestações têm como alvo as atrocidades realizadas pelo governo de Jair Bolsonaro.

A fotografia foi tirada pelo jornalista paulista Leo Otero, é impressionante.

Em Brasília, uma mulher indígena, amamentando sua filha, luta contra a barbaridade que os povos originários estão sendo vítimas. 

Com o incentivo do governo Bolsonaro, terras indígenas estão sendo invadidas pelo agronegócio e grupos de garimpeiros.

A imagem é um grito de socorro e resistência. 

Os povos originários vêm resistindo desde que tiveram o primeiro contato com os homens brancos. Em 1500, eram cerca de 8 milhões de nativos, hoje não passam de 800 mil indivíduos.

Mais de 500 anos depois, a resistência continua.

Na imagem, mãe e filha unidas pelo leite materno, o láctea da vida.

A fotografia é forte. É quase possível sentir o eco de suas vozes vibrando pela tela do smartphone.

Uma luta pela sobrevivência.

Nas mãos da brava guerreira, um chocalho.

Não são panelas!

Não são placas de ruas rasgadas com o nome de Marielle Franco!

Apenas chocalhos.

Chocalhos que emitem o som dos bravos guerreiros do passado, bravas guerreiras do presente e do futuro. Eles fazem ecoar o grito dos povos originários.

Hoje e sempre!